terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sinner's Prayer - Eric Clapton

um bluesinho basico pra nao deixar a depre tomar conta

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O Herói Leônidas Fontes

obra prima do jornalismo televisivo

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

in memoriam

Por triste ocasião da morte de uma querida amiga, venho a escrever as seguintes linhas.


Somente com a morte conseguimos encarar realmente as coisas importantes da vida. Nos torna claro que perrengues e brigas mesquinhas sobre coisas mundanas são o cúmulo da estupidez. Quando uma pessoa amada se vai para sempre, o grande vazio que rompe no âmago do ser é destruidor. Só pelo amor conseguimos nos apegar de novo a idéia da existência temporal limitada. A conexão existencial com nossas pessoas amadas é um caminho quase certo para a felicidade. Esqueça dos talheres sujos, dos motoristas imbecis, de contas para pagar, de trabalho para fazer; ame as pessoas que compõem a sua vida!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

feeling da semana

"A tristeza é um bicho que parroeta sozinho, e como róe a bichinha! parece rato em queijo parmesão"

- Adoniran Barbosa

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

GAZA

GAZA


Um dia, contra todas as leis da física
Vai que este céu desaba e quebra toda sua opala leitosa!
Farto de ser alvo de tantos olhares desesperados, de projéteis mortíferos
que, reluzentes de fogo cortam sua calma com um rastro de pólvora e fumaça,
vai que a carcaça azul de sonhos suspendida
se farta do peso onírico e dos fantasmas da morte, e como uma pele morta se descola!
Ah, a Senhora Bovary como que perdida em tamanha miragem
cozeria o estranho tecido celeste, cingindo-o à sua cintura como uma corda!
O céu adoecerá antes que o mundo morra
e o espelho azul, oxidado, inclinará sobre vossos rostos
a verdade explícita em sua superfície acidentada:
O lar de vossos deuses está acabado, assim como a matriz dos sonhos de seus filhos,
caindo sobre o solo as andorinhas mortas.

Alessandra M. P. Oliveira

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Falta de imaginação?

Por Alessandra Oliveira



Ah, dou de cara, novamente, com o velho bloqueio. Um grande muro em erosão feito de símbolos, palavras e sentimentos de memória curta e desencaixada.
Nada me deixa mais perdida nesse mundo. Não consigo escrever. Escreverei sobre não conseguir escrever, portanto.
Os dias estão calmamente iguais, o temperamento controlado (malditos remédios, malditas férias) , acho que essas coisas não colaboram para desencadear de um diálogo íntimo.
As cortinas estão frouxas e empoeiradas, os atores ainda estão de ressaca do ano novo, desequilibrados, maltrapilhos, lindos, mumificados. Acho que o teatro é que está precisando de reformas. Não conseguirei nada sem situar as palavras em um ambiente, criar um cenário para acomodá-las, um berço para criar os monstros das relatividades.
Não, não vou pegar no livro que estava lendo, vai que eu acabo escrevendo no jeito do cara. Melhor eu cá, ele lá, cada um com a sua capa.
Dedos gelados...Um pouco de Brandy, talvez para ruborizar minha cara de merda. Nada... Perdi meu traço, que perfil eu faço? Cadê meu cigarro?
Não tenho personagens, nem posso brincar grotescamente de possuir múltiplas personalidades, Pessoa era bom nisso, não de forma grotesca, é claro...
Ah, que pobreza de criatividade, como a dos filmes pornográficos!
Vou acabar contaminando quem lê, que Deus os guarde, que dele já me esqueci.
Para onde é que íamos mesmo?

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

ócio criativo da meió calidade

Little Big Joke - A Piada

o semdedo teve um dedo na produção dessa porquera aee. pra quem não conhece, semdedo é um dos bêbados mor de brasilia, assim como exímio músico.