sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

huh!

por Cráudio Lott


cá estamos... de novo. Sem surpresas, não é? Mas está tudo bem, eu acho, ter certeza de pelo menos uma coisa na vida. Mas o que seria algo novo? A consciência, a alma, as estórias todas já foram jorradas por canetas muito mais hábeis que a minha. Sempre aquela pergunta, o gigante e eterno QUE? te encarando de frente toda manhã. Talvez minha própria fábula pessoal seja a única que não foi contada. Ela lida com todos os aspectos pertinentes à mente humana e seus variados usos- está tudo ali, nem precisa checar. Quem é a figura que assombra meus sonhos ocos? Minha própria sombra imunda? Talvez sim...
...blonk. isso foi meu cérebro caindo no chão. Ou talvez ele fizesse um som mais molhado, quem sabe. De qualquer maneira, está lá no tapete, excretando ondas multicoloridas de psicodelia.
Ah, chove. sempre nessa época do ano.

Um comentário:

Andrea (luaazul_) disse...

Talvez a certerza seja um "mal necessário" ou um "bem descartável". Não sei afirmar ao certo ( e eis-la aqui novamente), sei que quando não tenho, faz falta, e quando existe em excesso, tira-nos um pouco da surpresa da vida, dos dias que virão do friozinho na barriga, que por mais que incomode, muitas vezes é quem nos move.
Sei apenas, e com uma certa dose de segurança, que a vida seria uma tremenda chatice previsível se não nos restasse a - não sei bem se o prazer da - dúvida.